Empresa

ML: Meli+

Ano

2025/2025

Escopo de trabalho

UI/UX

Mobile

Ferramentas

Industria

e-commerce

SaaS

Desenvolvendo pagamentos de assinatura para Meli+

O Meli+ é o programa de assinatura do Mercado Livre, criado para reunir benefícios em todo o seu ecossistema. No entanto, durante o processo de assinatura, os usuários encontraram dificuldades para entender como o pagamento recorrente seria processado. Existiam métodos de pagamento alternativos, mas estavam visualmente diluídos, dificultando a compreensão de onde, quando e como a assinatura seria efetivamente cobrada.

Visão geral

Este projeto nasceu de uma curiosidade exploratória: como é a experiência de quem decide assinar o Meli+, o programa de benefícios do Mercado Livre? Meu foco foi investigar a fundo a jornada de assinatura e pagamento para encontrar aqueles pequenos pontos de fricção que fazem o usuário desistir no meio do caminho, focando especialmente na experiência mobile.

Como este é um estudo conceitual e eu não tenho os dados internos da empresa, usei ferramentas de IA para simular comportamentos de usuários e estimar métricas. Isso me permitiu validar hipóteses de melhoria de forma muito mais próxima do que acontece no mercado real, explorando como ajustes pontuais de UX impactam diretamente o ponteiro da conversão.

Contexto

Se tem uma coisa que aprendi é que assinaturas dependem de confiança e clareza total. No momento de pagar, qualquer dúvida vira motivo para abandono. Analisando o fluxo atual do Meli+, notei alguns gargalos que me chamaram a atenção: O usuário perde a clareza dos benefícios bem na hora de decidir. Tem muita informação visual disputando atenção no checkout.

A sensação de "estou quase lá" (progresso) é baixa. Falta um feedback visual mais marcante depois que a assinatura é confirmada. Minha ideia com este estudo foi simplificar essa jornada, garantindo que o valor do serviço esteja estampado na cara do usuário até o último clique.

Click me

Abordagem

Para estruturar o case, combinei algumas frentes de trabalho:

  • Fiz uma análise heurística detalhada da interface atual.

  • Busquei referências em outros grandes players de assinatura (benchmarking)

  • Simulei comportamentos de uso e gerei hipóteses com suporte de IA para dar profundidade à análise.

Tudo isso serviu para desenhar fluxos que atacam três objetivos: reduzir o esforço mental na hora de decidir, deixar os benefícios "cristalinos" e melhorar a percepção de progresso.

Click here

Proposta de fluxo

Desenhei o novo fluxo para que o usuário seja guiado de forma progressiva, quase como uma conversa. Reorganizei as telas para que a hierarquia visual desse prioridade ao que importa:

  • O que eu ganho assinando isso? (Benefícios).

  • Quanto e como vou pagar? (Clareza no método).

  • Consegui assinar? (Feedback imediato).

A ideia aqui é tirar o peso da decisão, especialmente para quem está navegando pelo celular, onde o espaço é curto e a paciência é menor ainda.

Microinterações e feedback

Não ignorei os detalhes. Explorei o uso de microinterações para dar mais segurança ao processo. Coisas como indicadores de progresso mais visuais e mensagens de confirmação contextualizadas não são "enfeites"; elas ajudam a diminuir a ansiedade do usuário. Em serviços de assinatura, esses detalhes são o que separam uma conversão de um abandono.

Reset

Prototype

Simulação de impacto

Para não ficar só no "eu acho", rodei simulações baseadas em modelos de comportamento e dados de mercado. Os números que encontrei mostram o potencial dessas melhorias:

  • Conversão: Um aumento estimado entre 12% e 18%.

  • Abandono: Uma redução de até 22% no checkout.

  • Clareza: 15% de melhora na percepção do que estava sendo oferecido.

São projeções, claro, mas mostram como o design estratégico mexe diretamente no negócio.


Reflection

O que esse estudo me mostrou é que ajustes que parecem pequenos na organização da informação podem mudar completamente o jogo. Mais do que um tapa no visual, o projeto reforça que o design de produto hoje precisa ser estratégico, unindo análise de comportamento e o apoio de novas tecnologias, como a IA, para explorar cenários antes de gastar tempo com código.

Empresa

ML: Meli+

Ano

2025/2025

Escopo de trabalho

UI/UX

Mobile

Ferramentas

Industria

e-commerce

SaaS

Desenvolvendo pagamentos de assinatura para Meli+

O Meli+ é o programa de assinatura do Mercado Livre, criado para reunir benefícios em todo o seu ecossistema. No entanto, durante o processo de assinatura, os usuários encontraram dificuldades para entender como o pagamento recorrente seria processado. Existiam métodos de pagamento alternativos, mas estavam visualmente diluídos, dificultando a compreensão de onde, quando e como a assinatura seria efetivamente cobrada.

Visao geral

Este projeto nasceu de uma curiosidade exploratória: como é a experiência de quem decide assinar o Meli+, o programa de benefícios do Mercado Livre? Meu foco foi investigar a fundo a jornada de assinatura e pagamento para encontrar aqueles pequenos pontos de fricção que fazem o usuário desistir no meio do caminho, focando especialmente na experiência mobile.

Como este é um estudo conceitual e eu não tenho os dados internos da empresa, usei ferramentas de IA para simular comportamentos de usuários e estimar métricas. Isso me permitiu validar hipóteses de melhoria de forma muito mais próxima do que acontece no mercado real, explorando como ajustes pontuais de UX impactam diretamente o ponteiro da conversão.

Contexto

Se tem uma coisa que aprendi é que assinaturas dependem de confiança e clareza total. No momento de pagar, qualquer dúvida vira motivo para abandono. Analisando o fluxo atual do Meli+, notei alguns gargalos que me chamaram a atenção: O usuário perde a clareza dos benefícios bem na hora de decidir. Tem muita informação visual disputando atenção no checkout.

A sensação de "estou quase lá" (progresso) é baixa. Falta um feedback visual mais marcante depois que a assinatura é confirmada. Minha ideia com este estudo foi simplificar essa jornada, garantindo que o valor do serviço esteja estampado na cara do usuário até o último clique.

Click me

Abordagem

Para estruturar o case, combinei algumas frentes de trabalho:

  • Fiz uma análise heurística detalhada da interface atual.

  • Busquei referências em outros grandes players de assinatura (benchmarking)

  • Simulei comportamentos de uso e gerei hipóteses com suporte de IA para dar profundidade à análise.

Tudo isso serviu para desenhar fluxos que atacam três objetivos: reduzir o esforço mental na hora de decidir, deixar os benefícios "cristalinos" e melhorar a percepção de progresso.

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Proposta de fluxo

Desenhei o novo fluxo para que o usuário seja guiado de forma progressiva, quase como uma conversa. Reorganizei as telas para que a hierarquia visual desse prioridade ao que importa:

  • O que eu ganho assinando isso? (Benefícios).

  • Quanto e como vou pagar? (Clareza no método).

  • Consegui assinar? (Feedback imediato).

A ideia aqui é tirar o peso da decisão, especialmente para quem está navegando pelo celular, onde o espaço é curto e a paciência é menor ainda.

Microinterações e feedback

Não ignorei os detalhes. Explorei o uso de microinterações para dar mais segurança ao processo. Coisas como indicadores de progresso mais visuais e mensagens de confirmação contextualizadas não são "enfeites"; elas ajudam a diminuir a ansiedade do usuário. Em serviços de assinatura, esses detalhes são o que separam uma conversão de um abandono.

Reset

Prototype

Simulação de impacto

Para não ficar só no "eu acho", rodei simulações baseadas em modelos de comportamento e dados de mercado. Os números que encontrei mostram o potencial dessas melhorias:

  • Conversão: Um aumento estimado entre 12% e 18%.

  • Abandono: Uma redução de até 22% no checkout.

  • Clareza: 15% de melhora na percepção do que estava sendo oferecido.

São projeções, claro, mas mostram como o design estratégico mexe diretamente no negócio.


Reflection

O que esse estudo me mostrou é que ajustes que parecem pequenos na organização da informação podem mudar completamente o jogo. Mais do que um tapa no visual, o projeto reforça que o design de produto hoje precisa ser estratégico, unindo análise de comportamento e o apoio de novas tecnologias, como a IA, para explorar cenários antes de gastar tempo com código.

Empresa

ML: Meli+

Ano

2025/2025

Escopo de trabalho

UI/UX

Mobile

Ferramentas

Industria

e-commerce

SaaS

Desenvolvendo pagamentos de assinatura para Meli+

O Meli+ é o programa de assinatura do Mercado Livre, criado para reunir benefícios em todo o seu ecossistema. No entanto, durante o processo de assinatura, os usuários encontraram dificuldades para entender como o pagamento recorrente seria processado. Existiam métodos de pagamento alternativos, mas estavam visualmente diluídos, dificultando a compreensão de onde, quando e como a assinatura seria efetivamente cobrada.

Visão geral

Se tem uma coisa que aprendi é que assinaturas dependem de confiança e clareza total. No momento de pagar, qualquer dúvida vira motivo para abandono. Analisando o fluxo atual do Meli+, notei alguns gargalos que me chamaram a atenção: O usuário perde a clareza dos benefícios bem na hora de decidir. Tem muita informação visual disputando atenção no checkout.

A sensação de "estou quase lá" (progresso) é baixa. Falta um feedback visual mais marcante depois que a assinatura é confirmada. Minha ideia com este estudo foi simplificar essa jornada, garantindo que o valor do serviço esteja estampado na cara do usuário até o último clique.

Contexto

Este projeto nasceu de uma curiosidade exploratória: como é a experiência de quem decide assinar o Meli+, o programa de benefícios do Mercado Livre? Meu foco foi investigar a fundo a jornada de assinatura e pagamento para encontrar aqueles pequenos pontos de fricção que fazem o usuário desistir no meio do caminho, focando especialmente na experiência mobile.

Como este é um estudo conceitual e eu não tenho os dados internos da empresa, usei ferramentas de IA para simular comportamentos de usuários e estimar métricas. Isso me permitiu validar hipóteses de melhoria de forma muito mais próxima do que acontece no mercado real, explorando como ajustes pontuais de UX impactam diretamente o ponteiro da conversão.

Click me

Abordagem

Para estruturar o case, combinei algumas frentes de trabalho:

  • Fiz uma análise heurística detalhada da interface atual.

  • Busquei referências em outros grandes players de assinatura (benchmarking)

  • Simulei comportamentos de uso e gerei hipóteses com suporte de IA para dar profundidade à análise.

Tudo isso serviu para desenhar fluxos que atacam três objetivos: reduzir o esforço mental na hora de decidir, deixar os benefícios "cristalinos" e melhorar a percepção de progresso.

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Proposta de fluxo

Desenhei o novo fluxo para que o usuário seja guiado de forma progressiva, quase como uma conversa. Reorganizei as telas para que a hierarquia visual desse prioridade ao que importa:

  • O que eu ganho assinando isso? (Benefícios).

  • Quanto e como vou pagar? (Clareza no método).

  • Consegui assinar? (Feedback imediato).

A ideia aqui é tirar o peso da decisão, especialmente para quem está navegando pelo celular, onde o espaço é curto e a paciência é menor ainda.

Microinterações e feedback

Não ignorei os detalhes. Explorei o uso de microinterações para dar mais segurança ao processo. Coisas como indicadores de progresso mais visuais e mensagens de confirmação contextualizadas não são "enfeites"; elas ajudam a diminuir a ansiedade do usuário. Em serviços de assinatura, esses detalhes são o que separam uma conversão de um abandono.

Reset

Prototype

Simulação de impacto

Para não ficar só no "eu acho", rodei simulações baseadas em modelos de comportamento e dados de mercado. Os números que encontrei mostram o potencial dessas melhorias:

  • Conversão: Um aumento estimado entre 12% e 18%.

  • Abandono: Uma redução de até 22% no checkout.

  • Clareza: 15% de melhora na percepção do que estava sendo oferecido.

São projeções, claro, mas mostram como o design estratégico mexe diretamente no negócio.


Reflection

O que esse estudo me mostrou é que ajustes que parecem pequenos na organização da informação podem mudar completamente o jogo. Mais do que um tapa no visual, o projeto reforça que o design de produto hoje precisa ser estratégico, unindo análise de comportamento e o apoio de novas tecnologias, como a IA, para explorar cenários antes de gastar tempo com código.

Empresa

ML: Meli+

Ano

2025/2025

Escopo de trabalho

UI/UX

Mobile

Ferramentas

Industria

e-commerce

SaaS

Desenvolvendo pagamentos de assinatura para Meli+

O Meli+ é o programa de assinatura do Mercado Livre, criado para reunir benefícios em todo o seu ecossistema. No entanto, durante o processo de assinatura, os usuários encontraram dificuldades para entender como o pagamento recorrente seria processado. Existiam métodos de pagamento alternativos, mas estavam visualmente diluídos, dificultando a compreensão de onde, quando e como a assinatura seria efetivamente cobrada.

Visão geral

Se tem uma coisa que aprendi é que assinaturas dependem de confiança e clareza total. No momento de pagar, qualquer dúvida vira motivo para abandono. Analisando o fluxo atual do Meli+, notei alguns gargalos que me chamaram a atenção: O usuário perde a clareza dos benefícios bem na hora de decidir. Tem muita informação visual disputando atenção no checkout.

A sensação de "estou quase lá" (progresso) é baixa. Falta um feedback visual mais marcante depois que a assinatura é confirmada. Minha ideia com este estudo foi simplificar essa jornada, garantindo que o valor do serviço esteja estampado na cara do usuário até o último clique.

Contexto

Se tem uma coisa que aprendi é que assinaturas dependem de confiança e clareza total. No momento de pagar, qualquer dúvida vira motivo para abandono. Analisando o fluxo atual do Meli+, notei alguns gargalos que me chamaram a atenção: O usuário perde a clareza dos benefícios bem na hora de decidir. Tem muita informação visual disputando atenção no checkout.

A sensação de "estou quase lá" (progresso) é baixa. Falta um feedback visual mais marcante depois que a assinatura é confirmada. Minha ideia com este estudo foi simplificar essa jornada, garantindo que o valor do serviço esteja estampado na cara do usuário até o último clique.

Press me

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Para estruturar o case, combinei algumas frentes de trabalho:

  • Fiz uma análise heurística detalhada da interface atual.

  • Busquei referências em outros grandes players de assinatura (benchmarking)

  • Simulei comportamentos de uso e gerei hipóteses com suporte de IA para dar profundidade à análise.

Tudo isso serviu para desenhar fluxos que atacam três objetivos: reduzir o esforço mental na hora de decidir, deixar os benefícios "cristalinos" e melhorar a percepção de progresso.

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Desenhei o novo fluxo para que o usuário seja guiado de forma progressiva, quase como uma conversa. Reorganizei as telas para que a hierarquia visual desse prioridade ao que importa:

  • O que eu ganho assinando isso? (Benefícios).

  • Quanto e como vou pagar? (Clareza no método).

  • Consegui assinar? (Feedback imediato).

A ideia aqui é tirar o peso da decisão, especialmente para quem está navegando pelo celular, onde o espaço é curto e a paciência é menor ainda.

Microinterações e feedback

Não ignorei os detalhes. Explorei o uso de microinterações para dar mais segurança ao processo. Coisas como indicadores de progresso mais visuais e mensagens de confirmação contextualizadas não são "enfeites"; elas ajudam a diminuir a ansiedade do usuário. Em serviços de assinatura, esses detalhes são o que separam uma conversão de um abandono.

Reset

Prototype

Simulação de impacto

Para não ficar só no "eu acho", rodei simulações baseadas em modelos de comportamento e dados de mercado. Os números que encontrei mostram o potencial dessas melhorias:

  • Conversão: Um aumento estimado entre 12% e 18%.

  • Abandono: Uma redução de até 22% no checkout.

  • Clareza: 15% de melhora na percepção do que estava sendo oferecido.

São projeções, claro, mas mostram como o design estratégico mexe diretamente no negócio.


Reflection

O que esse estudo me mostrou é que ajustes que parecem pequenos na organização da informação podem mudar completamente o jogo. Mais do que um tapa no visual, o projeto reforça que o design de produto hoje precisa ser estratégico, unindo análise de comportamento e o apoio de novas tecnologias, como a IA, para explorar cenários antes de gastar tempo com código.

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